Receba novidades por e-mail!

 

nucleo de empresas

    • Hoje, qual é a principal questão na sua empresa ?

      View Results

      Loading ... Loading ...
  • Blog

    19 de dezembro de 2011

    Novidade - LUZ lança Loja de Consultoria com serviços para empreendedoresdos

    Por Carla Bottino

     
    A LUZ Consultoria acaba de lançar uma nova forma de oferecer serviços de consultoria para Micro e Pequenas Empresas (MPEs). Através de sua loja física, a LUZ Loja de Consultoria – recém-inaugurada na Rua da Matriz 93, em Botafogo, e no e-commerce 
    www.lojadeconsultoria.com.br – criou pacotes de baixo custo, rápida execução e com qualidade garantida. Em uma área de 300m2, a LUZ Consultoria oferece toda a estrutura para empreendedores, startups e microempresas que visam aumentar sua produtividade e crescer.

     
    No mesmo local, existe também um espaço de co-working, uma biblioteca empreendedora e uma central de cursos e palestras. “O objetivo é criar um ambiente em que se respira empreendedorismo e auxílio a quem está começando ou ainda é pequeno”, afirma Daniel Pereira, sócio da LUZ Consultoria.

     

    Loja de Consultoria

    A LUZ é a primeira Loja de Consultoria do mundo. Nela, pode-se encontrar modelos de documentos e planilhas – como carta de demissão, contratos, fluxo de caixa e formulários – e ainda e-books sobre diversos temas. Já serviços, como Mapeamento de Processos, Modelo de Negócios, Pesquisa de Satisfação, Cliente Oculto, Análise de Grau de Maturidade, entre outros, foram empacotados para permitir um preço mais baixo e um prazo de realização mais curto.

    Dentro do conceito One Stop Shop, a loja permite que o próprio empresário selecione os produtos de que necessita, configurando da maneira que lhe for mais conveniente. Após a compra do produto, na loja física ou virtual, um consultor da LUZ entra em contato em até duas horas para agendar o horário e iniciar o projeto. “O melhor de tudo é que todos os produtos oferecidos podem ser contratados de forma independente e sempre de forma simples, rápida e de baixo custo”, afirma Daniel.

    Um Centro de Soluções para Startups e MPEs

    No espaço de co-working da LUZ Loja de Consultoria, empresas de tecnologia, marketing digital, design, etc., encontram um ambiente propício para inovação, além de consultoria gratuita e facilidades especiais.  Na biblioteca, dezenas de revistas de negócios nacionais e estrangeiras do mês atual e antigas, para consulta. Livros físicos e digitais podem ser acessados nos e-readers da Amazon disponíveis, sempre voltados para empreendedorismo e gestão. Banda larga de 25 mega, um bicicletário e uma área de trabalho a céu aberto, com a proteção de ombrelones e um jardim vertical, estão à disposição dos co-workers.

    Cursos e Palestras

    Todos os cursos e palestras da LUZ Loja de Consultoria são práticos, repletos de cases e ágeis – perfeito para quem precisa pôr tudo em prática o mais rápido possível. Dentre as palestras, com uma hora de duração e entrada franca, está “O Plano de Negócios está morto e enterrado”, explicando que agora vale mais testar produtos e experimentar inovações do que fazer planejamentos detalhados e rígidos. Já os cursos, de duas a quatro horas, são pagos e é necessário fazer inscrição antes para confirmar a vaga. Alguns temas que serão abordados são gestão financeira e marketing de conteúdo. Para ver a programação completa, acesse: http://www.lojadeconsultoria.com.br .

     

     

    Comente!

    29 de julho de 2011

    uma reflexão sobre as nossas crenças

    Por Carla Bottino

     

    Dediquei os posts anteriores ao dia dos avós e aos valores que aprendemos com a nossa família.

     

    No mês de julho sai de férias com a minha família e são nesses momentos, em família, que temos a oportunidade de observar, mais de perto, os nossos filhos e de refletir sobre nossas crenças e os ensinamentos que transmitimos.

     

    Educar não é uma tarefa fácil e sempre ouvi dizer que os pais erram querendo acertar. No dia 11 de julho saiu uma matéria na revista Época falando sobre como a educação dos jovens, nos dias de hoje, tem tornado despreparada a geração mais preparada. A matéria circulou pela Internet, está publicada em vários blogs e está dando o que falar. Vale a pena dedicar um tempo a leitura deste texto.

     

    A crença de que a felicidade é um direito tem tornado despreparada a geração mais preparada

    ELIANE BRUM

    http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI247981-15230,00.html
    ELIANE BRUM é jornalista, escritora e documentarista. Ganhou mais de 40 prêmios nacionais e internacionais de reportagem. É autora de Coluna Prestes – O Avesso da Lenda (Artes e Ofícios), A Vida Que Ninguém Vê (Arquipélago Editorial, Prêmio Jabuti 2007) e O Olho da Rua (Globo).

    E-mail: elianebrum@uol.com.br  Twitter: @brumelianebrum

    Ao conviver com os bem mais jovens, com aqueles que se tornaram adultos há pouco e com aqueles que estão tateando para virar gente grande, percebo que estamos diante da geração mais preparada – e, ao mesmo tempo, da mais despreparada. Preparada do ponto de vista das habilidades, despreparada porque não sabe lidar com frustrações. Preparada porque é capaz de usar as ferramentas da tecnologia, despreparada porque despreza o esforço. Preparada porque conhece o mundo em viagens protegidas, despreparada porque desconhece a fragilidade da matéria da vida. E por tudo isso sofre, sofre muito, porque foi ensinada a acreditar que nasceu com o patrimônio da felicidade. E não foi ensinada a criar a partir da dor.

    Há uma geração de classe média que estudou em bons colégios, é fluente em outras línguas, viajou para o exterior e teve acesso à cultura e à tecnologia. Uma geração que teve muito mais do que seus pais. Ao mesmo tempo, cresceu com a ilusão de que a vida é fácil. Ou que já nascem prontos – bastaria apenas que o mundo reconhecesse a sua genialidade.

    Tenho me deparado com jovens que esperam ter no mercado de trabalho uma continuação de suas casas – onde o chefe seria um pai ou uma mãe complacente, que tudo concede. Foram ensinados a pensar que merecem, seja lá o que for que queiram. E quando isso não acontece – porque obviamente não acontece – sentem-se traídos, revoltam-se com a “injustiça” e boa parte se emburra e desiste.

    Como esses estreantes na vida adulta foram crianças e adolescentes que ganharam tudo, sem ter de lutar por quase nada de relevante, desconhecem que a vida é construção – e para conquistar um espaço no mundo é preciso ralar muito. Com ética e honestidade – e não a cotoveladas ou aos gritos. Como seus pais não conseguiram dizer, é o mundo que anuncia a eles uma nova não lá muito animadora: viver é para os insistentes.

    Por que boa parte dessa nova geração é assim? Penso que este é um questionamento importante para quem está educando uma criança ou um adolescente hoje. Nossa época tem sido marcada pela ilusão de que a felicidade é uma espécie de direito. E tenho testemunhado a angústia de muitos pais para garantir que os filhos sejam “felizes”. Pais que fazem malabarismos para dar tudo aos filhos e protegê-los de todos os perrengues – sem esperar nenhuma responsabilização nem reciprocidade.

    É como se os filhos nascessem e imediatamente os pais já se tornassem devedores. Para estes, frustrar os filhos é sinônimo de fracasso pessoal. Mas é possível uma vida sem frustrações? Não é importante que os filhos compreendam como parte do processo educativo duas premissas básicas do viver, a frustração e o esforço? Ou a falta e a busca, duas faces de um mesmo movimento? Existe alguém que viva sem se confrontar dia após dia com os limites tanto de sua condição humana como de suas capacidades individuais?

    Nossa classe média parece desprezar o esforço. Prefere a genialidade. O valor está no dom, naquilo que já nasce pronto. Dizer que “fulano é esforçado” é quase uma ofensa. Ter de dar duro para conquistar algo parece já vir assinalado com o carimbo de perdedor. Bacana é o cara que não estudou, passou a noite na balada e foi aprovado no vestibular de Medicina. Este atesta a excelência dos genes de seus pais. Esforçar-se é, no máximo, coisa para os filhos da classe C, que ainda precisam assegurar seu lugar no país.

    Da mesma forma que supostamente seria possível construir um lugar sem esforço, existe a crença não menos fantasiosa de que é possível viver sem sofrer. De que as dores inerentes a toda vida são uma anomalia e, como percebo em muitos jovens, uma espécie de traição ao futuro que deveria estar garantido. Pais e filhos têm pagado caro pela crença de que a felicidade é um direito. E a frustração um fracasso. Talvez aí esteja uma pista para compreender a geração do “eu mereço”.

    Basta andar por esse mundo para testemunhar o rosto de espanto e de mágoa de jovens ao descobrir que a vida não é como os pais tinham lhes prometido. Expressão que logo muda para o emburramento. E o pior é que sofrem terrivelmente. Porque possuem muitas habilidades e ferramentas, mas não têm o menor preparo para lidar com a dor e as decepções. Nem imaginam que viver é também ter de aceitar limitações – e que ninguém, por mais brilhante que seja, consegue tudo o que quer.

    A questão, como poderia formular o filósofo Garrincha, é: “Estes pais e estes filhos combinaram com a vida que seria fácil”? É no passar dos dias que a conta não fecha e o projeto construído sobre fumaça desaparece deixando nenhum chão. Ninguém descobre que viver é complicado quando cresce ou deveria crescer – este momento é apenas quando a condição humana, frágil e falha, começa a se explicitar no confronto com os muros da realidade. Desde sempre sofremos. E mais vamos sofrer se não temos espaço nem mesmo para falar da tristeza e da confusão.

    Me parece que é isso que tem acontecido em muitas famílias por aí: se a felicidade é um imperativo, o item principal do pacote completo que os pais supostamente teriam de garantir aos filhos para serem considerados bem sucedidos, como falar de dor, de medo e da sensação de se sentir desencaixado? Não há espaço para nada que seja da vida, que pertença aos espasmos de crescer duvidando de seu lugar no mundo, porque isso seria um reconhecimento da falência do projeto familiar construído sobre a ilusão da felicidade e da completude.

    Quando o que não pode ser dito vira sintoma – já que ninguém está disposto a escutar, porque escutar significaria rever escolhas e reconhecer equívocos – o mais fácil é calar. E não por acaso se cala com medicamentos e cada vez mais cedo o desconforto de crianças que não se comportam segundo o manual. Assim, a família pode tocar o cotidiano sem que ninguém precise olhar de verdade para ninguém dentro de casa.

    Se os filhos têm o direito de ser felizes simplesmente porque existem – e aos pais caberia garantir esse direito – que tipo de relação pais e filhos podem ter? Como seria possível estabelecer um vínculo genuíno se o sofrimento, o medo e as dúvidas estão previamente fora dele? Se a relação está construída sobre uma ilusão, só é possível fingir.

    Aos filhos cabe fingir felicidade – e, como não conseguem, passam a exigir cada vez mais de tudo, especialmente coisas materiais, já que estas são as mais fáceis de alcançar – e aos pais cabe fingir ter a possibilidade de garantir a felicidade, o que sabem intimamente que é uma mentira porque a sentem na própria pele dia após dia. É pelos objetos de consumo que a novela familiar tem se desenrolado, onde os pais fazem de conta que dão o que ninguém pode dar, e os filhos simulam receber o que só eles podem buscar. E por isso logo é preciso criar uma nova demanda para manter o jogo funcionando.

    O resultado disso é pais e filhos angustiados, que vão conviver uma vida inteira, mas se desconhecem. E, portanto, estão perdendo uma grande chance. Todos sofrem muito nesse teatro de desencontros anunciados. E mais sofrem porque precisam fingir que existe uma vida em que se pode tudo. E acreditar que se pode tudo é o atalho mais rápido para alcançar não a frustração que move, mas aquela que paralisa.

    Quando converso com esses jovens no parapeito da vida adulta, com suas imensas possibilidades e riscos tão grandiosos quanto, percebo que precisam muito de realidade. Com tudo o que a realidade é. Sim, assumir a narrativa da própria vida é para quem tem coragem. Não é complicado porque você vai ter competidores com habilidades iguais ou superiores a sua, mas porque se tornar aquilo que se é, buscar a própria voz, é escolher um percurso pontilhado de desvios e sem nenhuma certeza de chegada. É viver com dúvidas e ter de responder pelas próprias escolhas. Mas é nesse movimento que a gente vira gente grande.

     Seria muito bacana que os pais de hoje entendessem que tão importante quanto uma boa escola ou um curso de línguas ou um Ipad é dizer de vez em quando: “Te vira, meu filho. Você sempre poderá contar comigo, mas essa briga é tua”. Assim como sentar para jantar e falar da vida como ela é: “Olha, meu dia foi difícil” ou “Estou com dúvidas, estou com medo, estou confuso” ou “Não sei o que fazer, mas estou tentando descobrir”. Porque fingir que está tudo bem e que tudo pode significa dizer ao seu filho que você não confia nele nem o respeita, já que o trata como um imbecil, incapaz de compreender a matéria da existência. É tão ruim quanto ligar a TV em volume alto o suficiente para que nada que ameace o frágil equilíbrio doméstico possa ser dito.

    Agora, se os pais mentiram que a felicidade é um direito e seu filho merece tudo simplesmente por existir, paciência. De nada vai adiantar choramingar ou emburrar ao descobrir que vai ter de conquistar seu espaço no mundo sem nenhuma garantia. O melhor a fazer é ter a coragem de escolher. Seja a escolha de lutar pelo seu desejo – ou para descobri-lo –, seja a de abrir mão dele. E não culpar ninguém porque eventualmente não deu certo, porque com certeza vai dar errado muitas vezes. Ou transferir para o outro a responsabilidade pela sua desistência.

    Crescer é compreender que o fato de a vida ser falta não a torna menor. Sim, a vida é insuficiente. Mas é o que temos. E é melhor não perder tempo se sentindo injustiçado porque um dia ela acaba.

    Comente!

    26 de julho de 2011

    O que aprendemos com os nossos avós?

    Por Carla Bottino

     

    O que aprendemos com os pais dos nossos pais? A terapia de família valoriza bastante a herança de mitos, ritos e valores que são passados de pai para filhos.

     

    Cada família possui uma herança que é única. às vezes, famílias de uma mesma região possuem hábitos parecidos, com significados semelhantes mas as famílias são únicas e o que aprendemos com as nossas famílias são os valores que nortearão nossas escolhas, nossas ações.

     

    Certa vez, em um dos eventos sobre empresas familiares que promovi na PUC-Rio, um dos palestrantes – herdeiro de uma família que controla um grupo de empresas de sucesso / prestígio no Brasil – estava falando sobre os valores que fazem parte da sua família e, algumas pessoas da platéia queriam anotar todos aqueles valores. Muito simpático, o palestrante disse que não teria problema em repetir aqueles valores, mas deixou claro que aqueles eram os valores da sua família e faziam sentido na empresa da sua família. Ele ainda sugeriu que cada um pensasse sobre quais são os valores aprendidos com as suas famílias. Quais desses valores podem ser os valores da empresa da sua família? Não faz sentido copiar os valores dos outros a não ser que aqueles reflitam os seus próprios valores.

    Comente!

    26 de julho de 2011

    Dia dos avós

    Por Carla Bottino

     

    Dia 26 de julho é comemorado o dia dos avós. Há quem diga que os avós servem para mimar e até estragar os netos. De fato essa é apenas uma visão do papel dos avós nos dias de hoje.

     

    Temos presenciado situações em que os avós são o suporte emotivo e até financeiro de muitas famílias. Os avós ficam com seus netos enquanto seus filhos estão trabalhando,  outros contribuem com a sua aposentadoria para aumentar a renda da família.

     

    Quando o assunto são as empresas familiares, podemos afirmar que muitos avós foram os responsáveis pelo início de um negócio que, hoje, garante o sustento de toda a família. Em algumas empresas podemos encontrar três gerações que dividem o mesmo espaço e tentam manter a harmonia apesar das diferentes (e, as vezes, contraditórias) opiniões.

     

    Os avós estão envelhecendo com muita saúde e disposição, além disso, trabalhar na sua própria empresa pode gerar uma enorme satisfação e um sentimento de não querer se aposentar que é cada vez mais comum, o avô passar o bastão da sua empresa para o neto e não mais para  seu filho.

     

    Temos presenciado fundadores que trabalham até quase os 80 anos de idade. Seus filhos, com quase 60, já não pensam mais em ocupar o posto de sucessor e deixam-no para os seus filhos.

     

    Não estamos dizendo que esta seja uma opção boa ou ruim, é uma constatação de algo que vem acontecendo. E, já que essa é uma realidade, deixamos uma dica para os avós e netos que já trabalham juntos: “ os tempos são outros, os aprendizados são diferentes – os mais velhos possuem um conhecimento tácito de longa data, os mais novos, um conhecimento formal, adquirido recentemente na escola, na universidade - e, apesar de serem conhecimentos diferentes eles não precisam ser excludentes, podem ser complementares. Saber respeitar e aproveitar o conhecimento de cada um pode ser um dos segredos para o sucesso da empresa.”

     

    Comente!